segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Acaso 2

                                      Acaso 2

No caminho pra casa ela ficou se perguntando porque nao aceitou o convite dele pra ir ao hotel. o que a impedia?? Ela nao souber responder. Mas isso nao importava mais. ela tinha que aprender a conter aqueles desejos que invadiam sua intimidade e a deixa sem saber como lidar. Chegou em casa e foi pro banho, deitou mas nao conseguiu tirar aquele homem da cabeça. Procurou o celular pra ligar pra mae, olhou na bolsa e junto ao celular ela achou um cartao de credito, nao era seu e ela nao sabia como aquilo havia chegado la. olhou no cartao e leu o nome dele. Mas como aquele cartao havia entrado em sua bolsa? Nao importava ela tinha que devolver. lembrou do nome do hotel dele, vestiu uma roupa e foi...Chegando la identificou-se e rapidamente foi autorizada a subir. Ele estava a sua "espera" como se soubesse que ela iria. Foi ai que ela entendeu: ele havia colocado o cartao de proposito na bolsa sabendo ou nao que ela iria devolve-lo mas arriscou-se. Agora ali parada na sua frente ela apenas lhe deu um sorriso e entrou. Ele se desculpou-se pela "brincadeira" e ela quase deixou transparecer sua satisfaçao por ele ter o feito. Conversaram durante algum tempo, beberam um drink e ela fez mensao de ir embora, Mas foi inutil, ele a agarrou, envonvendo-a em seus braços como um lençol e a beijou tao forte quase lhe sufocando. Junto ao beijo, as mãos dele começaram a explirar seu corpo ja tremulo pelo desejo. ele enfiou as maos dentro de sua blusa apertando os seios delas, massageando os bicos enrijecidos, tirou a blusa e sugou os seios como uma criança faminta, chupando e mordendo fazendo ela delirar, tirou sua calsa e a calcinha que ja estava toda umida, ele a devorou com a boca, passando a lingua por todo o sexo dela que estava morno e molhado, pronto para recebe-lo. Ele a jogou na cama, colocou as pernas dela em seus ombros e meteu com força, com uma velocidade que ela mal podia acreditar. ela estava delirado assim tao exposta. nao conteve o gozo que veio junto aos gemidos e as suplicas querendo mais...ele colocou ela agora  deitada de bruços e disse para ela relaxar. ela nunca tinha feito sexo anal, mas estava ansiosa com a nova experiencia. ele começou introdizindo devagar empurrando carinhosamente, ela sentiu uma queimaçao e tudo começou a doer muito, mas era uma dor gostosa e assim ela permitiu que ele continuasse ate que tudo estava dentro dela. um misto de dor e prazer invadiu o corpo dela e juntos eles começaram a mexer. era tao gostoso que ela gemia e inacreditavelmente pedindo mais e mais. ele empurrava tudo dentro dela, sacudindo seu corpo e fazendo-a extremecer. eles gozaram varias vezes. passaram a noite fazendo o sexo mais gostoso que ela ja havia provado. mas isso nao a faria se envolver com aquele homem, ela tinha que arrumar um jeito de novamente colocar um ponto final naquele encontro que jamais sairia da lembrança dela. Mas ela nao queria se envolver demais. essa era a sua maior arma. construiu um muro onde ninguem podia transpor e assim tinha que ser.
Por mais gostoso que ele era e por mais vontade que ela sentia de repetir a dose, na manha seguinte ela saiu sem acorda-lo e foi embora sem deixar telefone, endereço...sem se despedir. apenas um papel ao lado da cama: Vc é maravilhoso. obg! Era o melhor que ela podia fazer a si mesma. Foi melhor assim.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Acaso.


Ela estava quase ficando louca, pois desde a experiencia vivida com o médico os pensamentos nao lhe deixavam em paz. Ela tinha resolvido que nao criaria laços com ele e depois daquela tarde incrivel, resolvera sumir sem deixar rastros. Mas as lembranças daquele dia a deixa inquieta...úmida e quente. Precisava de alguma forma apagar todo aquele fogo. Mas como? Estava indo a casa da mãe, quando o telefone tocou, era a mãe pedindo para ela passar no mercado, ela tinparado o carro para falar ao telefone, derrepente ouviu alguem bater em sua janela. Era um homem na casa dos 40anos, bem vestido e parecia meio perdido com um mapa local nas maos. Ela pensou em nao abrir, mas por um impulso abriu a janela ele se apresentou (Paulo). Perguntando se ela poderia lhe dizer como chegava ao shopping, ele realmente nao era daquela região, era do Rio de Janeiro e acabara de chegar para morar na cidade. Por ironia ou nao do destino, sua mae morava ao lado do shopping, o que fez ela sugerir que ele a seguisse, nao ate a casa da mae claro, mas ate a entrada do shopping. ele estava de carro e prontamente agradeceu e a seguiu. Ao chegar ela parou o carro na esquina e seguiu em direçao ao carro dele, ele desdeu, agradeceu e perguntou se como agradecimento ela aceitaria jantar com ele. talvez pela surpresa ou aquele fogo ja comhecido por ela que lhe subia nas extremidades, ela aceitou sem perceber, mas teve o cuidado de nao dar nem o telefone nem endereço e assim combinou com ele encontrar-se no proprio restaurante. A noite, encontraram-se no restaurante e jantaram, conversaram muito sobre ele, mas ela sempre na defenssiva e se abisteu a dizer muito sobre ela. Ao final do jantar, ele a acompanhou ate o carro e perguntou se nao queria tomar um drink em seu hotel. Ela nao sabe o porque, nada a impedia de ir, e algo muito forte queria que ela fosse, mas ela recusou, entrou no carro e foi embora com um sentimento de vazio...Mal sabia ela que o destino estava compirando para que ela e aquele homem se reencontrassem...(Continua...)

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Uma tarde.

Era um dia como outro qualquer, a vidinha de sempre, trabalho/casa e assim a vida ia se seguindo. Quando numa noite saindo do trabalho, ela resolveu passar na farmácia comprar um analgésico pois sua cabeça estava aponto de explodir. Saindo da farmácia, a poucos quilômetros o pneu do carro furou e parada no meio do nada ela saiu e ficou sem saber o que fazer, pois seu celular como sempre acabou a bateria. Quando já estava pra entrar em desespero, um carro se aproxima, uma onda de alivio e pavor interrompeu seus pensamentos. Um homem saiu e logo se apresentou com um tom amigável. Mas o que mais chamou a atenção dela foi sua beleza e seu charme, o jeito que ele lhe ofereceu a mão para um aperto de apresentação. Era alto, olhos castanhos, um jeito doce de falar e ao mesmo tempo denotando uma masculinidade quase animal, que fez ela extremecer so de pensar. Pneu trocado, mãos apertadas novamente, um olhar cruzado no outro. Ambos entraram em seus carros, mas antes que ela desse a partida ele surgiu novamente na janela e lhe ofereceu um cartão, deu boa noite e foi embora. Ela ainda atônita leu o cartão: Dr. Carlos, esse era seu nome e sua profissão. Era médico em um hospital ali próximo. Passaram-se alguns dias e ela não conseguiu tirar aquela noite da cabeça, os olhares, a mão estendida em um cumprimento, aqueles olhos castanhos..., resolveu ligar..., chamou 1...2...3...vezes quando derrepente uma voz do outro lado da linha. Conversaram por algum tempo, trocaram e-mails, duas semanas depois resolveram marcar um encontro. Era uma noite de sábado, ela o encontrou em um restaurante, ela usava um vestido de renda azul claro, seus cabelos estavam soltos e um decote generoso, um perfume gostoso que lhe deixava ainda mais feminina, ele já estava a sua espera, vestido elegantemente porem ela notou ele um tanto nervoso. Ates de entrar no restaurante, vendo-o ali da porta algo aconteceu, ela sentu um formigamento, uma quentura gostosa subindo por entre as pernas chegando ao seu colo quase lhe sufocando. Entrou finalmente, olhou pra ele e lhe propôs saírem dali no carro dela e deixasse que ela escolhesse o lugar. Ele prontamente aceitou, saíram e em alguns minutos ela entrava em um motel, discreto e elegante que havia passado tantas vezes na frente sem nem sonhar um dia entrar naquele lugar com um homem que mal conhecia. Entraram sem dizer uma palavra, ele estava visivelmente nervoso, ela por sua vez, deixou cair a bolsa que estava em sua mão e entregou-se em um beijo feroz cheio de gemidos contidos, sua língua entrava na boca dele lhe sugando, lhe provando, ele retribui o beijo agora bem mais calmo, porem com uma intensidade e gana que quase a machucou. Ele a pegou mais forte pelos braços e isso a fez tremer de prazer, ele arrancou-lhe o vestido num segundo, e qual não foi sua surpresa ao constatar que ela não usava mais nada, mostrando assim seu corpo nu, pedindo para ser possuído. Ela então lhe pos contra a parede e disse para ele ficar quieto. Ele obdeceu, ela tirou-lhe toda a roupa, beijou sua boca com a mesma fome urgente do primeiro beijo e desceu em seu peito e logo mais em baixo ao encontro do sexo dele, sugando-lhe, chupando e lambendo como se quisesse devorar-lhe. Ele extremecia e gemia implorando para que ela não parasse. Foram pra cama, onde ele a dominou como um grande domador, lambeu todo o corpo dela, deixou sua boca e sua língua encher sua intimidade deixando ela tonta de prazer, tudo havia sumido, o medo, o nervosismo, tudo agora era a urgencia de tocar e degustar, ele disse que a queria de quatro, a pegou pelos braços e a virou de costas pra ele, a penetrou suavemente para que ela sentisse seu membro invadir com doçura e desejo, ela começou a gemer pedindo mais, ele agora empurrava tudo com força e rapidez, ela gemia e por momentos gritava de prazer, qiase achando que aquilo tudo era um sonho, ele a penetrou de todas as formas possiveis, mas a qie ela mais gemia era ficar de quatro, ele pixando seus cabelos e lhe penetrando com força ate que ela começou a chorar de tesão e gozou de uma forma tao gostosa, que ele tambem gozou dentro dela sentindo seu calor misturar com o dela e derrepente a calmaria. passaram a tarde toda descobrindo os pontos de prazer, fazendo louras, gozando e se instigando até chegarem a exaustão. finalmente sairam e voltaram ao restaurante onde estava o carro dele, se despediram num breve beijo e ele pediu o telefone dela, ela deu um numero qualquer que veio na cabeça. ele foi embora e ela nao queria correr o risco de se envver demais por isso deu o numero errado. ela nao queria se envolver, nao queria se apaixonar, nao queria ter que dar satisfaçoes...na verdade o qie ela queria ja tinha acontecido e ela estava satisfeita. pelo menos por enquanto.
A Noite...
Era tarde da noite quando ela ainda estava olhando a janela, vendo a noite caída como um manto, a rua deserta e o silencio doendo como um martelo a bater no dedo. Era uma noite fresca, mas ela queimava por dentro como um vulcão a procura da terra para queimar. Todos dormiam enquanto ela brigava com o controle remoto, mas mal estava dando atenção ao que passava na tv. Pensamentos começaram a rondar sua mente e derrepente ela foi arremessada para fora de si, suas mãos passaram afetuosamente pelo seios já enrijecidos pelo desejo, seus lábios comprimidos e ofegantes...,as mãos agora iam para as profundezas do leito do seu sexo e se remexiam num compasso quase enfurecido, acariciando os doces lábios do seu intimo já úmido e quente. Ela havia comprado meses atrás um “consolo” em um sex shop, de inicio so por curiosidade pelo apetrecho, mas que agora faria todo o diferencial naquele momento. Ela pegou seu novo “amigo” e introduzi-o bem carinhosamente e leve, sentindo entrar e abrasar seu fogo num movimento sutil, para logo em seguida a vontade de ser enfurecidamente tocada...,penetrada, com vigor e velocidade, tudo agora estava muito longe. Ofegante, suada, molhada, deslumbrada. Tudo agora não fazia o mínimo sentido, apenas aquele momento estava ali, entrando nela. Com uma das mãos ela introduzia o “amigo” e com a outra massageava todo o resto dando assim um prazer quase que desumano. Até que ela chegou ao seu clímax, ao ápice de toda aquela loucura. Estremeceu, ofegou, abriu os olhos e sorriu! 

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

AVISO.

Em breve vc terá aqui neste blog as mais ardentes e inesqueciveis historias sobre o que o desejo é capaz de fazer a uma mulher. AGUARDEM!