quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Uma tarde.

Era um dia como outro qualquer, a vidinha de sempre, trabalho/casa e assim a vida ia se seguindo. Quando numa noite saindo do trabalho, ela resolveu passar na farmácia comprar um analgésico pois sua cabeça estava aponto de explodir. Saindo da farmácia, a poucos quilômetros o pneu do carro furou e parada no meio do nada ela saiu e ficou sem saber o que fazer, pois seu celular como sempre acabou a bateria. Quando já estava pra entrar em desespero, um carro se aproxima, uma onda de alivio e pavor interrompeu seus pensamentos. Um homem saiu e logo se apresentou com um tom amigável. Mas o que mais chamou a atenção dela foi sua beleza e seu charme, o jeito que ele lhe ofereceu a mão para um aperto de apresentação. Era alto, olhos castanhos, um jeito doce de falar e ao mesmo tempo denotando uma masculinidade quase animal, que fez ela extremecer so de pensar. Pneu trocado, mãos apertadas novamente, um olhar cruzado no outro. Ambos entraram em seus carros, mas antes que ela desse a partida ele surgiu novamente na janela e lhe ofereceu um cartão, deu boa noite e foi embora. Ela ainda atônita leu o cartão: Dr. Carlos, esse era seu nome e sua profissão. Era médico em um hospital ali próximo. Passaram-se alguns dias e ela não conseguiu tirar aquela noite da cabeça, os olhares, a mão estendida em um cumprimento, aqueles olhos castanhos..., resolveu ligar..., chamou 1...2...3...vezes quando derrepente uma voz do outro lado da linha. Conversaram por algum tempo, trocaram e-mails, duas semanas depois resolveram marcar um encontro. Era uma noite de sábado, ela o encontrou em um restaurante, ela usava um vestido de renda azul claro, seus cabelos estavam soltos e um decote generoso, um perfume gostoso que lhe deixava ainda mais feminina, ele já estava a sua espera, vestido elegantemente porem ela notou ele um tanto nervoso. Ates de entrar no restaurante, vendo-o ali da porta algo aconteceu, ela sentu um formigamento, uma quentura gostosa subindo por entre as pernas chegando ao seu colo quase lhe sufocando. Entrou finalmente, olhou pra ele e lhe propôs saírem dali no carro dela e deixasse que ela escolhesse o lugar. Ele prontamente aceitou, saíram e em alguns minutos ela entrava em um motel, discreto e elegante que havia passado tantas vezes na frente sem nem sonhar um dia entrar naquele lugar com um homem que mal conhecia. Entraram sem dizer uma palavra, ele estava visivelmente nervoso, ela por sua vez, deixou cair a bolsa que estava em sua mão e entregou-se em um beijo feroz cheio de gemidos contidos, sua língua entrava na boca dele lhe sugando, lhe provando, ele retribui o beijo agora bem mais calmo, porem com uma intensidade e gana que quase a machucou. Ele a pegou mais forte pelos braços e isso a fez tremer de prazer, ele arrancou-lhe o vestido num segundo, e qual não foi sua surpresa ao constatar que ela não usava mais nada, mostrando assim seu corpo nu, pedindo para ser possuído. Ela então lhe pos contra a parede e disse para ele ficar quieto. Ele obdeceu, ela tirou-lhe toda a roupa, beijou sua boca com a mesma fome urgente do primeiro beijo e desceu em seu peito e logo mais em baixo ao encontro do sexo dele, sugando-lhe, chupando e lambendo como se quisesse devorar-lhe. Ele extremecia e gemia implorando para que ela não parasse. Foram pra cama, onde ele a dominou como um grande domador, lambeu todo o corpo dela, deixou sua boca e sua língua encher sua intimidade deixando ela tonta de prazer, tudo havia sumido, o medo, o nervosismo, tudo agora era a urgencia de tocar e degustar, ele disse que a queria de quatro, a pegou pelos braços e a virou de costas pra ele, a penetrou suavemente para que ela sentisse seu membro invadir com doçura e desejo, ela começou a gemer pedindo mais, ele agora empurrava tudo com força e rapidez, ela gemia e por momentos gritava de prazer, qiase achando que aquilo tudo era um sonho, ele a penetrou de todas as formas possiveis, mas a qie ela mais gemia era ficar de quatro, ele pixando seus cabelos e lhe penetrando com força ate que ela começou a chorar de tesão e gozou de uma forma tao gostosa, que ele tambem gozou dentro dela sentindo seu calor misturar com o dela e derrepente a calmaria. passaram a tarde toda descobrindo os pontos de prazer, fazendo louras, gozando e se instigando até chegarem a exaustão. finalmente sairam e voltaram ao restaurante onde estava o carro dele, se despediram num breve beijo e ele pediu o telefone dela, ela deu um numero qualquer que veio na cabeça. ele foi embora e ela nao queria correr o risco de se envver demais por isso deu o numero errado. ela nao queria se envolver, nao queria se apaixonar, nao queria ter que dar satisfaçoes...na verdade o qie ela queria ja tinha acontecido e ela estava satisfeita. pelo menos por enquanto.

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